sexta-feira, 3 de novembro de 2017

#118 - “O desenvolvimento urbano é resultado das decisões tomadas pelos cidadãos“






As cidades hoje abrigam a maior parte da população mundial, e crescem em um ritmo vertiginoso e pena que de forma desordenada, sem considerar aspectos ambientais e sociais, e ainda estão sofrendo o aumento dos impactos das mudanças climáticas no mundo. Este é um quadro que se mostra próximo da catástrofe.

A cidade sustentável é aquela que minimiza os impactos ambientais e sociais negativos e prioriza a vida do cidadão. Hoje, poucas cidades de países em desenvolvimento como o Brasil, e tampouco os cidadãos, tem consciência da necessidade urgente de reduzir os impactos negativos, e de focar o processo de urbanização para a saúde e bem estar das pessoas. Nossas cidades são, na verdade, insustentáveis. Seu crescimento é agressivo e insalubre, e é inclusive parte da causa de certas doenças nos habitantes.

Sabemos que as doenças tem parte de suas causas na forma como o meio físico ao redor as afeta. Ou seja, os problemas socioambientais urbanos atuais, como poluição, violência, condições precárias de moradia, entre outras, interferem, e muito, na saúde humana.

O que acontece é um processo de urbanização acelerado, desordenado e insalubre e, sem planejamento, que prioriza o crescimento e o lucro e dá menos importância (ou não dá) às pessoas e ao meio ambiente. Então tudo é feito com o objetivo de lucro e crescimento a qualquer custo.
  
Exemplos dessa conduta são:
•Incentivos e facilidades para a compra de mais e mais carros, mesmo com o atual quadro do trânsito nas grandes, médias e pequenas cidades.
•Especulação imobiliária.
•Construção de prédios residenciais, comerciais e estacionamentos ao invés de priorizar áreas verdes ou outros espaços de interesse coletivo. 
•Priorizar o individual ao invés do coletivo.
•Cidades formatadas para carros, que dificultam o trânsito de pedestres e bicicletas, e criam riscos para eles.
•Injustiça social e ambiental

E Quais são os impactos desse modelo de crescimento para os cidadãos?
•Aumento da pobreza urbana,
•Poluição do ar e sonora,
•Violência,
•Falta de descanso, falta de opções e tempo para lazer,
•Problemas de saúde, como stress e suas consequências,
•Doenças respiratórias e outras doenças oriundas dos impactos ambientais,
•Degradação dos recursos naturais e impactos na saúde e bem estar, como desabastecimento de água, poluição de corpos hídricos, desmatamento e suas consequências climáticas, etc,
•Desastres naturais e impactos na saúde e vida humana.

Além de sofrer as consequências deste processo degradante, as pessoas são vítimas de suas próprias ações insustentáveis, tais como: o excesso de utilização do carro e os consequentes congestionamentos, a não preferência pelo etanol por razões estritamente econômicas, a separação falha dos resíduos orgânicos e recicláveis que acontece já em casa, a violência no trânsito, o excesso de ruído, e também a falta de exigência do cumprimento de leis que poderiam priorizar os cidadãos.

Mas porque isso acontece?

As pessoas não querem viver em uma cidade onde tenham bem estar e saúde? E o que é afinal, sustentabilidade urbana?

Sim, as pessoas querem bem estar e saúde. Porém, existem dois grandes problemas a serem superados. O primeiro, é que existem hábitos muito arraigados na cultura brasileira, e em outros países em desenvolvimento.
A cultura da sustentabilidade ainda não está presente na mente dos cidadãos como uma necessidade. Hábitos e comportamentos como o desperdício, o alto padrão de consumo, a discriminação, a segregação social e o individualismo, contribuem para agravar a situação das cidades, pois alimentam e perpetuam comportamentos agressivos às pessoas e ao meio. E dificilmente as pessoas fazem conexões do tipo, esta minha ação vai afetar algo ou alguém? Como?
Por fim, a ausência de planejamento traz toda essa reação em cadeia.

O segundo problema é a falta de disseminação de informação e/ou dificuldades de acesso à informação confiável. A compreensão da situação socioambiental hoje é a chave para o aprendizado de novos conceitos e implementação de novos hábitos e cultura.

Entretanto, há dificuldades na compreensão dessa situação devido aos maus hábitos e a precariedade das informações, e por consequência, há uma resistência para aceitar fatos como a obrigatoriedade de se separar o lixo corretamente, economizar água e energia, ou usar menos o carro. Ou mesmo, há a ignorância desses fatos. Muitas pessoas ignoram a necessidade destes fatos, então como aceitá-los se os mesmos são ignorados por boa parte da população? Aí está  a causa da informação precária à população, principalmente a de menos cultura.

Texto de: Carolina Carvalho. Quem é Carolina Carvalho?
Carolina Carvalho é pesquisadora na área de sustentabilidade e tem a missão de trazer e difundir conceitos de sustentabilidade urbana para interessados no tema, ajudando-os a aprender, se atualizar e a implementar tais conceitos e boas práticas no dia a dia, no trabalho e na cidade onde vivem.
É geóloga de formação, fez mestrado em Sensoriamento Remoto no INPE, com a intenção de aprofundar no estudo desta ferramenta tão importante nas análises de meio ambiente e sustentabilidade

sábado, 16 de setembro de 2017

#117 - Caminhar ou andar de bicicleta preserva a saúde mental.


Os resultados mostram que a escolha de não dirigir e começar a caminhar ou pedalar ajuda a ter uma melhor concentração e diminui a pressão do dia a dia
Nos últimos tempos, as pessoas têm optado pela bicicleta como meio de transporte. Se para alguns já estava claro que essa prática faz um bem para a saúde e é uma alternativa muito melhor para o trânsito, pesquisadores da Universidade de East Anglia, no Reino Unido, confirmaram.
Segundo o site O Globo, um estudo realizado por pesquisadores da Universidade concluiu que pessoas que pedalam ou caminham para ir até o trabalho sentem maior bem-estar e preservam a saúde mental.
Os resultados mostram que a escolha de não dirigir e começar a caminhar ou pedalar, ajuda a ter uma melhor concentração e diminui a pressão do dia a dia. Para os estudiosos, quanto mais a pessoa usa carro, pior ela se sente.
Além dessas práticas, o transporte público também aparece como melhor opção para a saúde. Ao contrário do que muitos costumam dizer sobre o uso dos coletivos aqui no Brasil, por exemplo, a pesquisa no Reino Unido revela que nos ônibus é possível aliviar o estresse do trajeto, lendo ou socializando, simplesmente.
Ainda segundo informações do O Globo, o principal autor da pesquisa é o estudioso Adam Martin, que, junto com a sua equipe, analisou dados recolhidos durante 18 anos, com cerca de 18 mil britânicos, com idades entre 18 e 65 anos.
A análise foi focada em aspectos da saúde psicológica, como sentimentos de infelicidade, fracasso diante dos problemas e falta de sono. Outros fatores capazes de afetar o bem-estar, como a renda familiar, os filhos, mudanças de endereço, emprego e relacionamentos, também foram investigados.
Artigo publicado na Revista Bicicleta.

sexta-feira, 21 de abril de 2017

# 116 -A revolução dos ciclistas invisíveis

Sim, é possível viver a cidade de outra forma que não seja pela ótica do caos no trânsito. E é isso que faremos nesse espaço destinado a uma discussão mais específica sobre o uso da bicicleta na cidade de Pedro Leopoldo.
Em vez de pensar a cidade como um grande estacionamento, iremos tratar de uma outra sensibilidade no espaço urbano: de como a construção e fortalecimento de uma cultura da bicicleta pode transformar cotidianos.  Temos total condição de participar ativamente de projetos e políticas públicas que melhoram a qualidade do nosso ‘ir e vir’ na cidade. E isso depende também de como as práticas culturais e a educação para a mobilidade urbana são produzidas pela sociedade e suas instituições.
A intenção não é incentivar um duelo entre carros e bicicletas, acima disso está a necessidade de mostrar os valores distintos em relação ao uso desses dois modais na cidade, como também os impactos gerados pelo modo como nos comportamos a partir do momento em que saímos de nossas casas e nos deparamos com a cidade e todos os seus problemas.
É equivocado associar a mobilidade urbana ao nível de congestionamento que uma cidade pode apresentar. A mobilidade urbana não é uma experiência exclusiva de um grupo particular – como muitos que usam o transporte individual podem pensar. Se as pessoas têm sofrido com o número de acidentes, poluição ambiental, congestionamentos que tomam muito do nosso tempo, quadros de estresse e cansaço físico, é sinal de que estamos passando por um estado de crise da mobilidade urbana, onde esses efeitos colaterais têm impossibilitado o desenvolvimento de cidades mais justas socialmente.
Pedro Leopoldo tem buscado o mesmo caminho das grandes cidades, ao adotar uma cultura do automóvel que subordina todas as outras formas de deslocamento, colocando sempre a prioridade do pedestre, ciclista e transporte público como secundárias e marginais. Mesmo que as orientações dos planos nacionais e internacionais se posicionem a favor do desestimulo ao transporte motorizado e reforçam a construção de uma nova política que colocam as coisas no seu devido lugar, como a prioridade dos pedestres e o uso do transporte não motorizado – no caso a bicicleta.
O cenário é de uma cidade estacionamento e especialista em destruir as nossas árvores.
Tomar a cidade como se ela fosse uma garagem individual é tão naturalizado quanto deixar o seu carro estacionado em local proibido por alguns minutinhos como se não fosse ‘ferir ninguém’. A cultura do carro faz com que as pessoas negligenciem a sua responsabilidade com o outro, com a cidade, com os problemas da cidade. Toda a percepção é tida por um ângulo de dentro da sua casa móvel, da sua particularidade e do bem tão desejado e adquirido. Isso não significa tomar como direito ultrapassar os limites dos espaços. As ruas não são feitas para os carros! São feitas para que as pessoas façam o bom uso é preciso também que os gestores públicos vejam a cidade com outros olhos, sob a perspectiva da prioridade dos pedestres, ciclistas e do transporte público. Enquanto tivermos gestores ‘carrocratas’ o discurso de cidade sustentável estará muito longe da prática.
Vislumbramos uma cidade onde o espaço do trânsito não seja uma luta desigual e por isso acreditamos no potencial da bicicleta. Não apenas por um direito de usá-la com segurança, mas o que está em jogo é algo muito mais amplo. A bicicleta (re)surge como contraposição a uma cultura que precariza a condição da mobilidade geral. É um veículo que representa tudo o que vai de encontro à cultura do carro: a não poluição ambiental, a liberação do fluxo do trânsito, a celeridade e capacidade de mobilidade no centro urbano. Bicicleta é saúde, é menos barulho, é qualidade de vida, é economia financeira e ainda fortalece a relação indivíduo-cidade. 
Toda a cidade, em sua maioria, é ideal para ela. Basta vontade política, basta criar estratégias para o fortalecimento da cultura de cidade ciclável e caminhável.
Por uma cidade real nos propomos a pensar, analisar, apresentar e atuar junto a um cenário que tem ganhado força nos últimos anos. O efeito pedalada, como diz antropólogo francês Marc Augè, já acontece há tempos. Basta parar por alguns minutos em qualquer ponto da cidade e esperar para contar dezenas, centenas de ciclistas para lá e para cá. Silenciosos, invisíveis, eles seguem o seu percurso diário e muitos ainda nem sabem que já fazem revolução.

domingo, 9 de abril de 2017

#115 Declaração de amor à cidade.

Quando falamos da necessidade de implantar espaços seguros para a bicicleta e colocar o pedestre como referência no planejamento, fazemos uma declaração de amor à cidade. A bicicleta é um vetor de ocupação do espaço que trará as pessoas às ruas, facilitará às novas gerações a descoberta da história da cidade, da geografia, dos rios e da vida urbana como um todo.
Deixar o carro para as verdadeiras necessidades é crucial. Precisamos entender isso e garantir as prioridades já estabelecidas pela lei da mobilidade urbana: prioridade do não motorizado sobre o motorizado; do coletivo sobre o individual.



Pensando isso em termos de nossa cidade de Pedro Leopoldo, inserir as bicicletas nas vias lentas é o caminho natural para criar uma rede de acesso à cidade, integrando aos poucos a bicicleta com o próprio transporte coletivo, com bicicletários nos terminais, com as futuras bicicletas compartilhadas e com as redes cicloviárias dos bairros. Precisamos urgentemente tornar a bicicleta uma opção segura para a população de Pedro Leopoldo. Criar essas estruturas irá induzir o uso de um modal que favorece a autonomia, a saúde e a ocupação cidadã do espaço público; melhora o trânsito e o ar que respiramos; dessa forma, deve ser entendido como política transversal de mobilidade, saúde, segurança e meio ambiente.

O mais importante disso tudo talvez seja a discussão que se coloca sobre a mortandade no trânsito no Brasil. Precisamos reafirmar a discussão sobre morte zero no trânsito e, para que isso não seja apenas uma utopia, precisamos de políticas públicas que acalmem o trânsito nas cidades. A Via Calma é exemplo de ação que fortalece essa discussão. Isso não é apenas sobre bicicletas, é sobre uma nova forma de nos relacionarmos com a cidade.


Devolver a cidade aos seus habitantes é um desafio que trás obrigatoriamente ao debate a readequação dos espaços urbanos e a reavaliação da matriz viária. A conhecida bicicleta recupera seu espaço, sequestrado pela cultura automobilística trazendo  um efetivo aumento da qualidade de vida pessoal e comunitária, além de eficiente meio de locomoção.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

#114 - Uma Nova Cidade




Pedro Leopoldo se encontra ante um grande desafio. A resposta a esse desafio, terá implicações  para o desenvolvimento, para a equidade, para o meio ambiente e para a qualidade de vida da cidade e dos seus cidadãos.
E para enfrentar esse desafio, há somente duas opções elementares:
1-      Não fazer nada
2-      Fazer alguma coisa.
A primeira é que vivemos há décadas.  A segunda tenho certeza, fará parte da nova administração, principalmente pelo que vimos no Plano de Governo.
A lei de Mobilidade Urbana, publicada em 2012, estabelece princípios, sobre o uso da via pública. É muito fácil perceber que seu objetivo é tornar melhor a vida das pessoas nas cidades.
Como?
·         Reduzindo o congestionamento
·         Melhorando a qualidade do transporte público
·         Reduzindo a poluição ambiental e suas doenças decorrentes
·         Reduzindo os acidentes e mortes no trânsito
·         Melhorando a acessibilidade e a mobilidade nas cidades.
  Números do Brasil, que são indicativos do desafio que temos pela frente:
·        70% da via pública no horário de pico, é ocupado por automóveis (CET/SP), enquanto que este modo é responsável por só 30% das viagens (ANTP)
No Brasil, tem-se a impressão que os condutores do automóvel pensam que a compra do mesmo já vem acompanhada de um certificado de uso preferencial da via e, ainda, de um espaço gratuito de garagem na rua. Razão de nossas vias estarem repletas de veículos estacionados, muitas vezes em ambos os lados. Multiplica-se dois metros de largura por km de extensão de asfalto e veja-se a área construída com dinheiro público e disponibilizada como garagem de automóveis.
Assim, é importante compreender a bicicleta como modo de transporte e não apenas como modo de lazer, razão pela qual os espaços a ela destinados têm que estar harmonizados com a cidade.
A ciclovia é um bom exemplo disso, permitindo aos ciclistas acessarem a cidade de maneira mais fácil e segura. A implantação das mesmas, tiram as diretrizes da lei de mobilidade urbana do papel e as colocam na rua.
Vale ressaltar também o efeito pedagógico da medida. As ciclovias que segregam fluxos e estabelece limites físicos, contribuem para condicionar novos comportamentos e podem e atraem novos usuários ao se sentirem mais seguros. 
A histórica falta de disciplina e de respeito às mínimas leis de trânsito pelos usuários da bicicleta, é um traço cultural oriundo do processo de aprendizagem desde a infância.               
Então a existência de espaço definido e sinalizado é também um bom começo para dar mais efetividade a programas de reeducação.
Conscientes dos problemas ambientais e do caos no transporte público e no transito, nós cidadãos de Pedro Leopoldo (aqui representados pelo grupo MUS-PL) percebemos quão necessário são as Ciclovias e as Ciclofaixas, em vários Corredores Viários e Vias Estruturais, da cidade.
Assim, aqui estamos para encorajar o Poder Público Municipal, a implantar e implementar uma política efetiva e permanente de inclusão da bicicleta como um meio de transporte.
 Sendo lei, estamos   prevendo calçadas mais largas e redução do fluxo de carros.
Nos próximos anos, algumas vias de Pedro Leopoldo irão passar por intervenções para desafogar o fluxo de veículos no hipercentro, priorizando segurança e conforto aos pedestres e ciclistas e dando um transporte público de qualidade e eficiente.
Entre as ações estão o alargamento de calçadas, utilizando-se parte dos estacionamentos rotativo e também ciclovias de sentido duplo em uma das faixas de rolagem  na avenida, democratizando a via pública.

Também está previsto a implementação de ruas para pedestres (calçadões).
Essas medidas fazem parte do estudo de requalificação do hipercentro.
As mesmas preveem ainda vias de passagens — ruas sem estacionamentos públicos —
 e vias verdes, que combinam baixa velocidade (30km) com trânsito de pedestres e bicicletas e estacionamentos particulares criados por incentivos de lei específica com a possibilidade de concessão de benefícios.
Para se ter uma cidade amiga das bicicletas e das pessoas, é preciso termos prefeito, vereadores secretários administrativos, comprometidos com mudanças, sem medo de tentar o novo e de contrariar setores acomodados da sociedade.
É importante também que cidadãos participem das audiências públicas e demandem mudanças na cidade, mudanças que beneficiem pessoas, não automóveis ou mercado imobiliário. Como em toda mudança de cultura, haverá forte resistência.  
Não é novidade que alterações são difíceis, em especial quando a cultura já estabeleceu pretensos direitos. Mas seguir em frente é necessário, por se tratarem de ações alinhadas com a PNMU (política nacional de mobilidade urbana) e, que, por isso, devem ser implantadas.
Sim, é com ajuda de novos conceitos que iremos construir "UMA NOVA CIDADE".

E paralelo a estas mudanças, que tal irmos também até as escolas, ensinando aos futuros dirigentes deste país o conceito de Mobilidade Urbana Sustentável, o conceito do Novo Urbanismo. E como se comportar quando pedestre, quando ciclistae quando motorista.

E vamos agir para que possamos deixar algo novo e bom para nossos filhos, netos e bisnetos.

“Não tenha medo da vida, tenha medo de não vive-la. Não há céu sem tempestades nem caminhos sem acidentes. Só é digno do pódio quem usa as derrotas para alcançá-lo. Só é digno da sabedoria quem usa as lágrimas para irrigá-la. Os frágeis usam a força; os fortes, a inteligência. Seja um sonhador mas una seus sonhos com disciplina. Pois sonhos sem disciplina produzem pessoas frustradas. Seja um debatedor de ideias. Lute pelo que você ama”- Antony Cury

Paulo Pereira Netto